O piso ideal para o armazém
em quinta-feira, 13 de agosto, 2020

O piso possui absoluta relevância nas fases de projeto, execução e uso de quaisquer tipos de armazém e isso se deve ao fato do elemento literalmente sustentar absolutamente todos os entes presentes naquele espaço – das pessoas à operação, propriamente dita.

 

O piso pode representar até 20% dos custos em uma obra de um armazém e

frequentemente a implantação ou a expansão de infraestruturas logísticas acabam por ser inviabilizadas por se constatar que determinado armazém apresenta pisos com constituição, planicidade e/ou capacidade de carga incompatíveis com a requerida.

 

Usualmente, durante o processo de concepção de soluções logísticas, os clientes

dispõem da informação que o piso do armazém resiste a uma determinada “carga por metro quadrado” (Por exemplo: 5000 kgf/m2). Entretanto, os pisos de armazéns são demandados não só por sobrecargas distribuídas mas também por sobrecargas pontuais (concentradas).

 

As ações ainda podem dispor de naturezas estática ou dinâmica, com periodicidades e simultaneidades de atuação diferentes. Logo, em função da variação e da complexidade de todos os ingredientes que caracterizam o uso do piso de um armazém, somente a resistência à sobrecarga uniformemente distribuídas diz pouco sobre a sua real capacidade de uso.

Exemplificando-se: As colunas que constituem o montante do porta paletes seletivo, em função do seu peso próprio e das unidades de cargas armazenadas sobre suas longarinas, sobrecarregam o piso com ações concentradas e estáticas. Os paletes armazenados diretamente sobre o piso geram uma sobrecarga mais bem distribuída e também estática. Referidas ações podem inexistir ou existir em menor e maior intensidade em decorrência da operação.

 

 

Já os equipamentos de movimentação (empilhadeiras, paleteiras, carrinhos e outros

afins) geram sobrecargas concentradas, de natureza dinâmica – com posição e magnitude variável, em função da mecânica da atividade desempenhada pelo mesmo.

 

Por exemplo:

Em um equipamento com os garfos em máxima elevação, durante o processo de endereçamento de um palete, as ações sobre o piso tendem a ser concentrar nas rodas orientadas pelo eixo frontal, diferentemente de quando o mesmo equipamento simplesmente transita descarregado por um determinado corredor. Portanto, cabe mencionar que por muitas vezes, os equipamentos de movimentação podem ser tão ou até mais nocivos para o piso que o próprio Sistema de Armazenagem.

Os equipamentos anteriormente mencionados também demandam um outro requisito

de desempenho para os pisos de armazéns: A resistência superficial à abrasão e o tratamento das juntas– sejam construtivas ou não. Sabe-se que quando os referidos aspectos são negligenciados, uma deterioração precoce do piso possivelmente se manifestará.

Portanto, é fato que a constante evolução tecnológica dos equipamentos de

movimentação está cada vez exigindo mais dos pisos – tanto em termos de tolerâncias e práticas construtivas, como para a resistência mecânica e a aptidão à abrasão.

Outra mística recorrente está em atribuir somente à dimensão da espessura da camada de concreto do piso de um armazém a resistência do mesmo. Por exemplo:

 

Um piso de 15 cm de espessura é mais resistente que um piso de 10 cm de espessura.

As características construtivas do piso são de fato relevantes para o seu desempenho.

Entretanto, há um elemento que influencia diretamente na capacidade de suporte do mesmo:

 

O subleito, que é a camada de solo natural que se situa nas porções inferiores da sub-base, (definida como um lastro de solo, de espessura determinada, tratada no processo construtivo do piso).

Um piso de um armazém nada mais é que uma camada de concreto – de resistência

específica, que pode ser simples, armado, protendido, com fibras de constituição varável ou ainda uma combinação destes – normalmente apoiada diretamente sobre o solo. Sendo assim, é importante aludir que o bom desempenho do piso é garantido também pela “resistência” do solo natural, característica intimamente ligada a fatores geológicos locais.

 

 

 

Sendo assim, não é possível garantir que um piso de 15 cm é mais resistente que um

piso de 10 cm,sem realizar a ponderação das características do concreto empregado (resistência e agregados construtivos) e das camadas de solo que suportam o mesmo.

 

Há inclusive situações em que a inaptidão do subleito (solo e subsolo) demandam a execução de pisos apoiado sobrefundações profundas, como é o caso dos “Pisos Estaqueados”.

 

Conclui-se assim que as garantias acerca do desempenho de um determinado piso são

influenciadas por múltiplas variáveis, algumas delas de tangibilidade complexa, e que o

desconhecimento destas pode resultar na impossibilidade de se compreender os limites reais do mesmo. Portanto, o desafio de se analisar um piso antigo existente ou de se avaliar um piso novo executado sem a prévia realização de todo estudo requerido e desamparado de projeto, são semelhantes. Em ambos os casos, faz-se necessária a prática de uma invasiva Engenharia Reversa, que consiste basicamente na caracterização do piso, do solo e do subsolo.

Durante a realização das assessorias de Inspeção de Sistemas de Armazenagem – ISA, os técnicos da ISMA comumente identificam pisos de armazéns com fissuras, recalques e desplacamentos, inclusive com capacidade de interferir nos níveis de segurança do local.

A correção destas patologias, quando e se possível, costumam ser onerosas, demandar

tempo e impactar sobremaneira nas operações. Sendo assim, antes de construir um armazém, entenda como o espaço será utilizado, planeje o layout do Sistema de Armazenagem e pesquise quais as especificidades operacionais serão requeridas.

 

Atualmente, dispõe-se de materiais métodos e tecnologias construtivas que quando bem empregados são capazes de resultar em um piso de desempenho elevadíssimo a um excelente custo-benefício.

 

Embora a ISMA não possa arbitrar sobre a resistência do piso do armazém, a “Planta de Cargas” oriundas Sistemas de Armazenagem, elaborada pelo Depto. de Engenharia com base no layout projetado, possibilita uma otimização da concepção do mesmo. Os clientes da ISMA, que têm a oportunidade de empregar as informações mencionadas já na fase de projeto do armazém, relatam ter experimentado uma redução no custo global do piso.

 

Um bom projeto desta disciplina resulta no piso ideal, capaz de proporcionar economia para a sua obra, longevidade para a sua edificação e garantias de uma operação segura e continuada.

 

Caso você tenha quaisquer tipos de necessidades, fale com a ISMA: Uma empresa

brasileira, que possui 50 anos de experiência no projeto, fabricação e montagem de Sistemas de Armazenagem, sempre disposta e disponível para lhe auxiliar através de um dos nossos agentes comerciais ou através da nossa assessoria de Inspeção de Sistemas de Armazenagem – ISA.

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50 anos de tradição

A ISMA se consolida entre as maiores do setor. É uma empresa brasileira que oferece soluções personalizadas para organização e armazenagem para o pequeno, médio e grande empresário. É especialista em quatro áreas de negócios: Sistemas de Armazenagem, Móveis de Aço, Estantes e Arquivos Deslizantes.

Qualidade e Excelência

A ISMA se destaca no mercado pois, além de fabricar com qualidade e excelência, apresenta as soluções mais adequadas para diversas situações de logística, movimentação e armazenagem de materiais. Possui uma extensa e versátil lista de produtos fabricados com excelência tecnológica e qualidade certificada pela ISO 9001:2015.

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Com um sistema de negócios e distribuição que abrange todo o Brasil, a ISMA conta com uma equipe profissional altamente qualificada, que atua com segurança, know-how e precisão. Está focada em identificar e analisar as necessidades de cada cliente para atender com soluções que superem as expectativas.

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